A morte da sociedade é envolvida por sapatos novos.
Abre a porta da escola, e dá-lhes cultura.
um blog...dirigido á nossa sociedade...com um pouco de má lingua,á mistura.Claro que os textos nem sempre podem ser bem explicitos, nem bem escritos...afinal a nossa sociedade tem destas coisas...
domingo, 4 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
agora...deixem-me rir...
não bastou, ter que viver a "burrês", como ter que ouvir o "bom português".
Não vê, não ouve...mas cria e comenta.
Critica e rejeita...calcula... digere...e somos ruins!
A última... nem queiram saber...
é do "best".
Acreditem meus amigos... a sociedade tem destas coisas.
Além da "não valorização", do gozo, da ausencia total de cultura...roubo e injurias...
a minha personalidade é que é a má!
Poderemos colocar uma questão: O que somos perante os outros? Meros ou insignificantes?
Não vê, não ouve...mas cria e comenta.
Critica e rejeita...calcula... digere...e somos ruins!
A última... nem queiram saber...
é do "best".
Acreditem meus amigos... a sociedade tem destas coisas.
Além da "não valorização", do gozo, da ausencia total de cultura...roubo e injurias...
a minha personalidade é que é a má!
Poderemos colocar uma questão: O que somos perante os outros? Meros ou insignificantes?
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Rejuvenescer..
Diga.se de passagem que é duro o recriar no tempo,mas...no paraiso encontro a beleza do infinito.
como August Cury diz...
"A maior aventura de um ser humano é viajar,
E a maior viagem que alguém pode empreender
É para dentro de si mesmo.
E o modo mais emocionante de realizá-la é ler um livro,
Pois um livro revela que a vida é o maior de todos os livros,
Mas é pouco útil para quem não souber ler nas entrelinhas
E descobrir o que as palavras não disseram..."
Augusto Cury
E a maior viagem que alguém pode empreender
É para dentro de si mesmo.
E o modo mais emocionante de realizá-la é ler um livro,
Pois um livro revela que a vida é o maior de todos os livros,
Mas é pouco útil para quem não souber ler nas entrelinhas
E descobrir o que as palavras não disseram..."
Augusto Cury
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Como o mundo é pequeno.....
Como é obvio, é natural que usemos esta expressão sempre que encontramos alguém que não viamos há muito.
pois é, mas eu ,posso dizer que tudo nos vem calhar, se tiver que aconteçer, claro.
O mundo é bem redondo, e a quanto
quem pertençe ao circulo...calha a todos meus amigos.
Já o relogio analógico assim o diz...
pois é, mas eu ,posso dizer que tudo nos vem calhar, se tiver que aconteçer, claro.
O mundo é bem redondo, e a quanto
quem pertençe ao circulo...calha a todos meus amigos.
Já o relogio analógico assim o diz...
domingo, 26 de julho de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
admito... questiono.
admito e assumo que é bastante dificil coinciliar algumas situações.Ainda mais quando qualquer delas sejam perioritárias.
Penso e re.penso. e não consigo decidir.me.
enquanto isto,fico ansiosa.nervosa e tudo mais.
no entanto, vou ficando surpreendida...o tempo está a PASSAR e nisto vou novas possibilidades e experiencias...será isto o saber viver?
Penso e re.penso. e não consigo decidir.me.
enquanto isto,fico ansiosa.nervosa e tudo mais.
no entanto, vou ficando surpreendida...o tempo está a PASSAR e nisto vou novas possibilidades e experiencias...será isto o saber viver?
quarta-feira, 17 de junho de 2009
O envelhecimento da população
O nosso país contém população mais envelhecida, é uma realidade. A condição de vida que esta população tem, são de todo um mero peso para os familiares. Os lares, o desprezo, a inconsciência da realidade etc…, leva ao restante povo etário a ignora-los na sua totalidade. Um caso bem preocupante.
A vida há cerca de 60/70 anos, era bem mais complicada, no âmbito do desenvolvimento. A população na sua maioria, trabalhava de sol a sol. Costuravam as roupas à mão, cozinhavam a sua alimentação em lume de chão e o carapau tinha de dar para 3.Viviam sobre telha, sem quaisquer condições de higiene ou sobrevivência. Felicitados os que sobreviveram às dificuldades ao longo da sua vida.
As mezinhas que nos contam, são ditas em base de experiencias vividas, diga-se de passagem que a maioria delas podem-se provar.
Os provérbios, sendo avisos e lições de vida, relata-nos de forma bem calma e segura. Garanto que nos deixa a pensar de como é possível haver cultura suficiente para poderem rimar a vida. Há que louvar.
E os cozinhados? Por mais que haja receitas em livros, nada como as comidinhas antigas…tem um sabor mais aplaudível e saboroso. Bem que sabiam juntar os condimentos correctos, apenas com um gesto e um olhar.
No meu ponto de vista, entendo que esta população, deveria ser mais destacada.
Os lares deviam conter actividades para os idosos, incluindo as artes que aprenderam ao longo da sua vida, mesmo que se quisessem adquirir novos conhecimentos da actualidade ou mesmo ensinar o tanto temos para aprender.
Acredito que os tempos livres libertavam mais a nossa perspectiva acerca da palavra “experiencia” e daria ao povo idoso, um prazer de demonstrar o que eles sabem de melhor.
Entendo, que quando eu tiver uma idade mais avançada também terei muita informação para partilhar com o intuito de aperfeiçoar a vida futura.
A vida há cerca de 60/70 anos, era bem mais complicada, no âmbito do desenvolvimento. A população na sua maioria, trabalhava de sol a sol. Costuravam as roupas à mão, cozinhavam a sua alimentação em lume de chão e o carapau tinha de dar para 3.Viviam sobre telha, sem quaisquer condições de higiene ou sobrevivência. Felicitados os que sobreviveram às dificuldades ao longo da sua vida.
As mezinhas que nos contam, são ditas em base de experiencias vividas, diga-se de passagem que a maioria delas podem-se provar.
Os provérbios, sendo avisos e lições de vida, relata-nos de forma bem calma e segura. Garanto que nos deixa a pensar de como é possível haver cultura suficiente para poderem rimar a vida. Há que louvar.
E os cozinhados? Por mais que haja receitas em livros, nada como as comidinhas antigas…tem um sabor mais aplaudível e saboroso. Bem que sabiam juntar os condimentos correctos, apenas com um gesto e um olhar.
No meu ponto de vista, entendo que esta população, deveria ser mais destacada.
Os lares deviam conter actividades para os idosos, incluindo as artes que aprenderam ao longo da sua vida, mesmo que se quisessem adquirir novos conhecimentos da actualidade ou mesmo ensinar o tanto temos para aprender.
Acredito que os tempos livres libertavam mais a nossa perspectiva acerca da palavra “experiencia” e daria ao povo idoso, um prazer de demonstrar o que eles sabem de melhor.
Entendo, que quando eu tiver uma idade mais avançada também terei muita informação para partilhar com o intuito de aperfeiçoar a vida futura.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
foi-me pedido ...um roteiro...pois....conclui!
Durante a pesquisa…
Sábado, dia 14 de Fereveiro,de 2009, nada melhor que ir passear com o marido e com o nosso filho.
Um belo dia, e o cheiro da terra alentejana, inspira qualquer um a despender uma tarde que seja, para conhecer o que se desconhece para lá daqueles sobreiros.
Por detrás da pequena bomba de gasolina, encontra-se um indicador, que indo por aquela estrada estreita e térrea encontramos uma anta pois nada melhor que…irmos lá. Encontrámos um senhor que passeava o seu cão ,um Galgo, grande cão! Nós perguntámos se estávamos a ir no caminho certo. Pois, estávamos sujeitos a entrar numa ribeira, atascar o carro e logo por azar não levávamos o telemóvel. OK! Decidimos voltar atrás como nos estava a ser aconselhado. Voltámos á direita, passámos pelo depósito da água da Igrejinha, e voltamos de novo á direita. Parecia fácil, embora andássemos a 10km á hora, e por momentos pensei que estava no DAKAR, pois o terreno parecia estar cada vez pior, cheio de buracos e poças enormes de água e sujeitos a atropelar coelhos e perdizes. As paisagens são lindas, o gado anda á solta , e o pastor? Não o vimos! Ora olhava para a direita, ora para a esquerda , em busca da anta. Onde parava ela ? Pois passámos herdades, montes e até um palheiro. As cegonhas, pareciam que nos acompanhavam e ás águias poisavam nos ramos para nos ver passar, não é que fossemos presas…mas…talvez que não fosse hábito passar por ali veículos.
Havia sem dúvida milhares de pedras enormes, mas nenhuma se assemelhava a uma anta. Percorremos cerca de 40 km e nada. Decidimos voltar para trás, pois ao fundo avistámos uma manada de bois alentejanos, antes que eles decidissem vir também atrás de nós. Viemos embora.
Fomos á barragem do Divor, á fonte, á igreja de nossa senhora da consolação e também ás ruas cheias de arvores de frutos. Pesquisámos na internet, através do Google earth, onde poderia estar a anta, a dita!
Pois, reparamos no mapa enviado por satélite, que não havia uma ,mas sim 4, umas ruínas do castelo do mau vizinho , 1 menir e uma sepultura romana.
Lá fomos de novo, em busca destes monumentos megalíticos. Mas desta vez…por estrada bem melhor, a de alcatrão.
Sábado, dia 14 de Fereveiro,de 2009, nada melhor que ir passear com o marido e com o nosso filho.
Um belo dia, e o cheiro da terra alentejana, inspira qualquer um a despender uma tarde que seja, para conhecer o que se desconhece para lá daqueles sobreiros.
Por detrás da pequena bomba de gasolina, encontra-se um indicador, que indo por aquela estrada estreita e térrea encontramos uma anta pois nada melhor que…irmos lá. Encontrámos um senhor que passeava o seu cão ,um Galgo, grande cão! Nós perguntámos se estávamos a ir no caminho certo. Pois, estávamos sujeitos a entrar numa ribeira, atascar o carro e logo por azar não levávamos o telemóvel. OK! Decidimos voltar atrás como nos estava a ser aconselhado. Voltámos á direita, passámos pelo depósito da água da Igrejinha, e voltamos de novo á direita. Parecia fácil, embora andássemos a 10km á hora, e por momentos pensei que estava no DAKAR, pois o terreno parecia estar cada vez pior, cheio de buracos e poças enormes de água e sujeitos a atropelar coelhos e perdizes. As paisagens são lindas, o gado anda á solta , e o pastor? Não o vimos! Ora olhava para a direita, ora para a esquerda , em busca da anta. Onde parava ela ? Pois passámos herdades, montes e até um palheiro. As cegonhas, pareciam que nos acompanhavam e ás águias poisavam nos ramos para nos ver passar, não é que fossemos presas…mas…talvez que não fosse hábito passar por ali veículos.
Havia sem dúvida milhares de pedras enormes, mas nenhuma se assemelhava a uma anta. Percorremos cerca de 40 km e nada. Decidimos voltar para trás, pois ao fundo avistámos uma manada de bois alentejanos, antes que eles decidissem vir também atrás de nós. Viemos embora.
Fomos á barragem do Divor, á fonte, á igreja de nossa senhora da consolação e também ás ruas cheias de arvores de frutos. Pesquisámos na internet, através do Google earth, onde poderia estar a anta, a dita!
Pois, reparamos no mapa enviado por satélite, que não havia uma ,mas sim 4, umas ruínas do castelo do mau vizinho , 1 menir e uma sepultura romana.
Lá fomos de novo, em busca destes monumentos megalíticos. Mas desta vez…por estrada bem melhor, a de alcatrão.
sábado, 3 de janeiro de 2009
sorriso a época
será que existe um sorriso da época?
ou há a existencia da ausencia da época?
o ser humano,sonha, cria ,realiza e destroi.
ou há a existencia da ausencia da época?
o ser humano,sonha, cria ,realiza e destroi.
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