Durante a pesquisa…
Sábado, dia 14 de Fereveiro,de 2009, nada melhor que ir passear com o marido e com o nosso filho.
Um belo dia, e o cheiro da terra alentejana, inspira qualquer um a despender uma tarde que seja, para conhecer o que se desconhece para lá daqueles sobreiros.
Por detrás da pequena bomba de gasolina, encontra-se um indicador, que indo por aquela estrada estreita e térrea encontramos uma anta pois nada melhor que…irmos lá. Encontrámos um senhor que passeava o seu cão ,um Galgo, grande cão! Nós perguntámos se estávamos a ir no caminho certo. Pois, estávamos sujeitos a entrar numa ribeira, atascar o carro e logo por azar não levávamos o telemóvel. OK! Decidimos voltar atrás como nos estava a ser aconselhado. Voltámos á direita, passámos pelo depósito da água da Igrejinha, e voltamos de novo á direita. Parecia fácil, embora andássemos a 10km á hora, e por momentos pensei que estava no DAKAR, pois o terreno parecia estar cada vez pior, cheio de buracos e poças enormes de água e sujeitos a atropelar coelhos e perdizes. As paisagens são lindas, o gado anda á solta , e o pastor? Não o vimos! Ora olhava para a direita, ora para a esquerda , em busca da anta. Onde parava ela ? Pois passámos herdades, montes e até um palheiro. As cegonhas, pareciam que nos acompanhavam e ás águias poisavam nos ramos para nos ver passar, não é que fossemos presas…mas…talvez que não fosse hábito passar por ali veículos.
Havia sem dúvida milhares de pedras enormes, mas nenhuma se assemelhava a uma anta. Percorremos cerca de 40 km e nada. Decidimos voltar para trás, pois ao fundo avistámos uma manada de bois alentejanos, antes que eles decidissem vir também atrás de nós. Viemos embora.
Fomos á barragem do Divor, á fonte, á igreja de nossa senhora da consolação e também ás ruas cheias de arvores de frutos. Pesquisámos na internet, através do Google earth, onde poderia estar a anta, a dita!
Pois, reparamos no mapa enviado por satélite, que não havia uma ,mas sim 4, umas ruínas do castelo do mau vizinho , 1 menir e uma sepultura romana.
Lá fomos de novo, em busca destes monumentos megalíticos. Mas desta vez…por estrada bem melhor, a de alcatrão.
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